O duende e o merceeiro

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Mensagempor CryptorX » Sábado Ago 15, 2009 2:15

SammySam Escreveu:
CryptorX Escreveu:Desculpem lá o offtopic... mas voçes os dois não se cansam mesmo disto pois não?

Mas em relação ao ultimo post do SammySam tambem tenho uma cena a dizer.

Mata uma pessoa e és um assassino
Mata dez e és um Psicopata
Mata cem e és um genocida
Mata mil e és um tirano
Mas mata milhões e és um conquistador

Vi num filme... era uma cena do genero :P


O Filme que visionastes e referes, era prá aí uma cena do Rambo.. ou "coisa" parecida. :wink: ,


Epá... lembro-me que era com o Silverster Stalone (se é assim que se escreve) mas não era o Rambo, aquilo era na neve e os gajos andavam á procura dumas malas cheias de papel... Não me lembro é do nome...
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CryptorX
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Mensagempor SammySam » Segunda Ago 31, 2009 3:10

Acho que este tópico merece ser encerrado com o mesmo post, o do ínicio.

Era uma vez um estudante, um Autêntico estudante; vivia num sótão e não possuía nada. E era uma vez um merceeiro, um autêntico merceeiro; vivia no rés-do-chão e era dono do prédio inteiro. E foi por isso que o duende decidiu morar com o merceeiro. Além disso, todos os Natais recebia uma tigela de papa de aveia com um grande pedaço de manteiga lá dentro. O merceeiro tinha posses para isso, de maneira que o duende continuava a morar na loja. Há por aqui algures uma moral, se a procurarem bem.
Uma noite, o estudante entrou na mercearia pela porta das traseiras para comprar um pedaço de queijo e velas. Fez as compras e depois pagou, e o merceeiro e a mulher acenaram-lhe com a cabeça e disseram «boa noite». A mulher, contudo, era bem capaz de fazer mais do que acenar; era muito faladora — falava, falava, falava. Tinha o que se chama o hábito de falar pelos cotovelos, disso não havia dúvida. O estudante também fez um aceno — e foi nessa altura que viu qualquer coisa escrita no papel que embrulhava o queijo e parou para ler. Era uma página de um velho livro de poemas, uma página que nunca devia ter sido arrancada.
— Tenho aqui mais desse livro, se quiser — disse o merceeiro. — Dei a uma velhota alguns grãos de café por ele. Pode ficar com o resto por seis dinheiros, se estiver interessado.
— Obrigado — respondeu o estudante. — Dê-mo em vez do queijo. Passo bem só com pão. É uma pena usar um livro destes para papel de embrulho! O senhor é muito boa pessoa e bastante prático, mas percebe tanto de poesia como aquela banheira ali ao canto.
Ora isto foi uma frase indelicada, especialmente aquela parte respeitante à banheira, mas o merceeiro riu-se, e o estudante também; afinal de contas, fora apenas uma brincadeira. Mas o duende ficou aborrecido por alguém se atrever a falar assim com o merceeiro — ainda por cima o senhorio, uma pessoa importante que era dono do prédio todo e vendia manteiga da melhor qualidade.

Nessa noite, quando a loja estava fechada e toda a gente, excepto o estudante, estava na cama, o duende entrou no quarto do merceeiro em bicos de pés e roubou à mulher do merceeiro o dom de falar pelos cotovelos, porque ela não precisava dele enquanto dormia. A seguir, fez com que cada objecto em que tocava ficasse capaz de exprimir as suas opiniões tão bem como a mulher do merceeiro. Mas só podia falar um de cada vez, o que era uma bênção, se não desatavam todos a falar ao mesmo tempo.
Primeiro, o duende deu o dom de falar pelos cotovelos à banheira onde se guardavam os jornais velhos.
— É mesmo verdade que não percebes nada de poesia? — perguntou.
— Claro que percebo! — respondeu a banheira. — A poesia é uma coisa que vem no fim das folhas dos jornais e que as pessoas costumam recortar. Acho até que tenho mais poesia dentro de mim do que o estudante; e, apesar disso, sou apenas uma humilde banheira, comparada com o merceeiro.
Depois, o duende deu o dom de falar pelos cotovelos ao moinho de café. Meu Deus, que chinfrineira! Depois, deu-o ao pote de manteiga, e depois à caixa registadora. Todos eram da mesma opinião da banheira e as opiniões da maioria têm de ser respeitadas.
— Agora posso pôr o estudante no seu lugar! — exclamou o duende.

E lá foi em bicos de pés, pela escada das traseiras acima, até ao sótão onde morava o estudante. Havia luz lá dentro. O duende espreitou pelo buraco da fechadura e viu o estudante a ler o velho livro da loja.
Que grande claridade havia no quarto! Do livro saía um brilhante raio de luz, que se tornou num tronco de árvore, de uma nobre árvore que subiu e espalhou os seus ramos por cima do estudante. As folhas eram novas e verdes, e cada flor tinha o rosto de uma linda rapariga, algumas com olhos escuros e misteriosos e outras com olhos azuis cintilantes. Cada fruto era uma estrela luminosa e o ar estava impregnado de um belo som de canções.
O duende nunca tinha visto nem ouvido falar de tais maravilhas; e muito menos seria capaz de as imaginar. Portanto, ficou ali à porta, em bicos de pés, a espreitar, de olhos muito abertos, até que a luz se apagou. O estudante devia ter assoprado a vela e ido para a cama — mas o duende continuava sem ser capaz de arredar pé. Parecia-lhe ouvir a linda música, que ainda ecoava no ar, ajudando o estudante a adormecer.
— Isto custa a crer — murmurou o duende para consigo. — Nunca esperei nada do género. Acho que vou ficar no sótão com o estudante. — Depois pensou um bocado e suspirou: — Tenho de ser sensato; o estudante não tem papas de aveia.
E portanto, é claro, voltou para baixo, para a mercearia. Ainda bem que o fez, porque a banheira tinha quase esgotado o dom de falar pelos cotovelos, contando todas as notícias dos jornais que estavam guardados dentro dela. Tinha falado para um lado e estava prestes a virar-se para o outro e a continuar quando o duende devolveu o dom de falar pelos cotovelos à mulher do merceeiro adormecida. E, a partir dessa altura, todas as coisas da loja, desde a caixa registadora até à lenha, seguiram as opiniões da banheira; tinham-lhe tanto respeito que, depois daquilo, quando o merceeiro lia nos jornais críticas de peças ou de livros, pensavam que ele tinha aprendido tudo com a banheira.

Mas o duende já não aguentava ficar ali sentado a ouvir toda a sabedoria e bom senso pronunciados na loja; assim que via luz através das frinchas da porta do sótão, parecia ser atraído para lá por cordelinhos, e tinha de subir a escada e pôr-se a espreitar pelo buraco da fechadura. Sempre que o fazia, sentia-se invadido por uma sensação de indizível grandeza — a espécie de sensação que se tem quando se vê o mar encapelado com ondas tão fortes que o próprio Deus podia vir montado nelas! Que maravilha seria sentar-se debaixo da árvore com o estudante! Mas era impossível.
Entretanto, contentava-se com o buraco da fechadura. Olhava através dele todas as noites, ali parado no patamar deserto, mesmo quando o vento do Outono começou a soprar pela clarabóia, fazendo-o quase morrer de frio. Mas ele nem o sentia até a luz se apagar no quartinho do sótão e a música se calar a pouco e pouco, ficando apenas o uivar do vento. Brr! Então, sentia como estava gelado e descia sem fazer barulho para o seu canto secreto da loja, quente e confortável. Em breve viria a tigela de papas de aveia do Natal, com o seu grande pedaço de manteiga. Sim, o merceeiro era a escolha certa.

Mas uma noite, já bem tarde, o duende acordou com uma grande agitação à sua volta. Estavam pessoas a bater nos estores, o guarda-nocturno apitava: havia fogo, e toda a rua parecia estar em chamas. Que casa é que estava a arder? Aquela ou a do lado? Onde era o fogo? Que gritos! Que pânico! Que agitação! A mulher do merceeiro estava tão desorientada que tirou os brincos de ouro das orelhas e meteu-os num bolso, para salvar pelo menos alguma coisa... O merceeiro foi a correr buscar os seus valores, a criadita foi buscar o seu xaile de seda que tinha comprado com o ordenado. Toda a gente foi a correr buscar aquilo a que dava mais valor.
E o duende fez o mesmo. Num pulo ou dois subiu a escada e entrou no quarto do estudante, que estava calmamente à janela, vendo o incêndio na casa em frente. O duende pegou no livro maravilhoso, que estava em cima da mesa, meteu-o dentro do boné vermelho e agarrou-se a ele com os dois bracitos. A coisa mais preciosa da casa estava salva!
Depois, foi a correr para cima do telhado, mesmo para o alto da chaminé, e ficou ali sentado, iluminado pelas chamas da casa a arder do outro lado da rua, sempre firmemente agarrado ao boné vermelho com o tesouro lá dentro.
Agora sabia para onde o seu coração o puxava: estudante?, merceeiro? — a escolha era clara.
Mas, quando o fogo ficou extinto e o duende já tinha tido tempo para pensar com mais calma, bem...
— Divido o tempo entre eles — decidiu. — Não sou capaz de abandonar o merceeiro, por causa das papas de aveia.
Mesmo coisa de ser humano, francamente! Também nós gostamos de nos dar bem com o merceeiro por causa das papas de aveia.

Hans Christian Andersen


Vivam os merceeiros.
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Mensagempor cmrosado » Quarta Set 02, 2009 7:23

Só se o postares mais vezes :D
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Mensagempor SammySam » Sábado Set 05, 2009 0:35

:lol:

Eduardo Santos: o merceeiro marketer:

"Esta pequena frase diz tudo. As empresas muitas vezes negligenciam o principal: a qualidade dos seus produtos ou serviços."

"... tampouco recorrer a livros da especialidade, auscultar conselhos do Kotler, fazer benchmarking, ou ler blogues... :lol:

http://www.mercadologia.org/eduardo-san ... -marketer/

E continuamos na onda do merceeiro. :lol:
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Mensagempor cmrosado » Quarta Set 30, 2009 13:23

O pesadelo do teólogo - Bertrand Russell

"O eminente teólogo Dr. Thaddeus sonhou que estava morto e se dirigia ao céu. Com os seus profundos estudos não teve nenhuma dificuldade em encontrar o caminho. Chegou à porta do céu e deparou-se com um examinador mais meticuloso do que esperava.


- Solicito a admissão – explicou - porque fui um homem de bem e dediquei a minha vida à glória de Deus.
- Homem? – interrogou o examinador - O que é isso? E como é possível que uma criatura tão ridícula como tenha feito algo para promover a glória de Deus?
O Dr. Thaddeus quedou-se perplexo. - Não é possível que desconheças o Homem. Devias saber que o Homem é a obra suprema do Criador.
- Lamento magoar os teus sentimentos – disse o examinador -, mas o que dizes é novo para mim. Duvido que alguém por aqui haja alguma vez ouvido falar dessa coisa que chamas “homem”. Contudo, como pareces apoquentado terás oportunidade de consultar o nosso Bibliotecário.


O Bibliotecário, um ser globular com mil olhos e uma boca, baixou alguns dos seus olhos para o Dr. Thaddeus.


- Que é isso? - perguntou ao examinador.
- Isso diz ser membro de uma espécie chamada “homem” que vive num lugar de nome “Terra”. Tem a curiosa ideia de que o Criador se interessa especialmente por esse lugar e esta espécie. Pensei que podias esclarecê-lo melhor.
- Bem - disse cortesmente o Bibliotecário ao teólogo - talvez possa dizer-me onde se localiza esse sítio que chamas de “Terra”.
- Forma parte do Sistema Solar.
- E o que é o Sistema Solar? - perguntou o bibliotecário.
- Pelo que sei o Sistema Solar forma parte da Via Láctea.
- E o que é a Via Láctea? – replicou o bibliotecário.
- É uma das galáxias, das que, segundo me disseram, existem biliões.
- Bom, bom – disse o Bibliotecário – Não espere que eu me recorde de uma entre um número tão elevado. Mas já ouvi falar em galáxias. Penso que um dos nossos bibliotecários galácticos o poderá ajudar. Chamemo-lo e veremos.


Pouco depois apresentou-se o bibliotecário galáctico, que tinha a forma de dodecaedro. O bibliotecário geral colocou-o a par da situação.


- De acordo, - disse o bibliotecário galáctico - suponho que seria possível com o tempo, mas existem biliões de galáxias e a cada uma corresponde um dado volume na biblioteca. A qual, esta estranha criatura, se refere?
- É uma galáxia chamada Via Láctea – disse, retraído, o Dr. Thaddeus.
- Está bem - conclui o bibliotecário galáctico – Tentarei encontrá-la.


Umas três semanas depois regressou e disse que na biblioteca conseguira localizar a galáxia com o número QX 321.762.

- Utilizamos cerca de 5 mil funcionários da secção galáctica nesta investigação.
- O que deseja que lhe informem sobre essa galáxia? - perguntou o bibliotecário galáctico ao teólogo.
- Gostaria de me informar sobre o Sistema Solar, uma série de corpos celestes que giram ao redor de uma das estrelas da galáxia. A estrela em questão chama-se “Sol” – explicou o Dr. Thaddeus.
- Pois – disse o bibliotecário galáctico – Já foi muito difícil localizar a galáxia, encontrar a estrela ainda será mais difícil. Mas o bibliotecário da Via Láctea pode o informar melhor.

Pouco depois surgiu o bibliotecário da Via Láctea.

- Existem 300 mil milhões de estrelas nessa galáxia. Se estiver assim tão interessado podemos utilizar um grupo do “Outro Lugar” para que façam essa pormenorizada procura – disse o bibliotecário da Via Láctea.
- Sim, se fosse possível.


Vários anos depois, o bibliotecário da Via Láctea regressou e comunicou o resultado da sua longa pesquisa ao bibliotecário galáctico e este por sua vez ao bibliotecário geral. Este virou-se para o examinador:


-Por fim conseguiu-se localizar essa estrela particular, mas não entendo o que tem de especial. É semelhante a todas as outras. Está rodeada de outros corpos muito mais pequenos que se chamam de planetas. Após uma minuciosa investigação descobrimos que em alguns desses planetas alojam-se parasitas e creio que essa criatura que nos solicitou informações deve ser uma deles.
O teólogo irrompeu então num apaixonado e indignado lamento - Porque é que o Criador nos ocultou a nós desditosos habitantes da Terra que não foi por nós que criou o Universo? Durante toda minha vida servi-o diligentemente, acreditando que ele repararia nas minhas acções e me recompensaria com a vida eterna. E agora constato que nem parece ter conhecimento da minha existência. Dizem-me que sou uma criatura infinitesimal num pequeno corpo que gira ao redor de outro corpo de um membro insignificante de um grupo formado por trezentos mil milhões de estrelas, que apenas é um entre muitas biliões de tais grupos. Não consigo suportar tal facto e assim não poderei adorar o meu Criador!
- Muito bem - disse o examinador - então pode seguir para o “Outro Lugar”.


Naquele momento o teólogo despertou e apercebeu-se que tinha sido apenas um pesadelo.
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Mensagempor SammySam » Sábado Out 03, 2009 0:03

My nightmare wasn't very scary in the beginning, but that changed quickly. I was standing in a park. There was no one that could be seen on any of the park benches. It was very dark, and I suddenly realized that I was extremely tired, so I went to sit down on the nearest park bench. As I walked towards it, I heard a chittering of laughter echo from behind me. I swung around! ...I saw nothing. As I turned back around towards the bench, there had now appeared a small creature. It was only about the size of a four year old child. It had pointed ears and short, red fur. In small patches, the fur was gone. Underneath the fur, I saw rotting pink flesh. In the hand attached to one of its strangely long, thin arms, it was grasping a sharp looking knife. I ran away, but now there were tall stone walls surrounding the park. I managed to climb over one section of the wall, but it seemed like it took an eternity. I finally escaped the park to a small road. Panting, I staggered slowly down the road. Gazing back in the direction of the park, I saw the pint-sized creature leap nimbly over the wall. It began running after me. Immediately, I found myself at the door to my house. I ran through the living room, and was followed closely by the chittering, goblin-like creature. I slammed the living room door behind me! The creature reached the door, but it couldn't turn the handle. I was thankful, as my dog was sleeping in that room. From there I ran to the bedroom. As I started to close the bedroom door, I saw the living room door burst into splinters of wood and shards of glass as the creature smashed through it! I closed and locked the bedroom door. I heard my furry pursuer slam into it, then draw back, and slam into it again! It couldn't get through. Relentless chittering came from the living room - then a tearing noise - and a dog whining - then the noise of something heavy hitting the floor! Chittering, then silence. Then came a sound of scratching from the open fireplace in the living room. The chimney there has numerous small holes in it that lead into the attic. After a short while, I heard that same scratching sound! This time it was coming from just above my head. I looked up and saw in the ceiling, a tiny trap door which led into the attic. The dream always ends there... :wink:
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Mensagempor cmrosado » Domingo Out 04, 2009 16:35

Conheces o forum http://www.bbde.org/ ?
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Mensagempor SammySam » Segunda Out 05, 2009 0:26

E porque perguntas?
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Mensagempor cmrosado » Segunda Out 05, 2009 9:52

Porque pareces gostar de ler e como aí se fala de livros...
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Mensagempor Silver_Razorback » Sexta Out 09, 2009 8:00

CryptorX Escreveu:
SammySam Escreveu:
CryptorX Escreveu:Desculpem lá o offtopic... mas voçes os dois não se cansam mesmo disto pois não?

Mas em relação ao ultimo post do SammySam tambem tenho uma cena a dizer.

Mata uma pessoa e és um assassino
Mata dez e és um Psicopata
Mata cem e és um genocida
Mata mil e és um tirano
Mas mata milhões e és um conquistador

Vi num filme... era uma cena do genero :P


O Filme que visionastes e referes, era prá aí uma cena do Rambo.. ou "coisa" parecida. :wink: ,


Epá... lembro-me que era com o Silverster Stalone (se é assim que se escreve) mas não era o Rambo, aquilo era na neve e os gajos andavam á procura dumas malas cheias de papel... Não me lembro é do nome...



ora vê lá se não seria este:

"A botched mid-air heist results in suitcases full of cash being searched for by various groups throughout the Rocky Mountains."

Cliffhanger (1993)

http://www.imdb.com/title/tt0106582/

a quote em questão seria esta:

Eric Qualen: "Kill a few people, they call you a murderer. Kill a million and you're a conqueror. "

Stallone? check
Rambo? check
suitcases filled with cash? check


e remato on topic com esta:

"The death of one is a tragedy, but death of a million is just a statistic."
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Mensagempor SammySam » Sexta Out 09, 2009 23:02

Silver_Razorback Escreveu:
CryptorX Escreveu:
SammySam Escreveu:
CryptorX Escreveu:Desculpem lá o offtopic... mas voçes os dois não se cansam mesmo disto pois não?

Mas em relação ao ultimo post do SammySam tambem tenho uma cena a dizer.

Mata uma pessoa e és um assassino
Mata dez e és um Psicopata
Mata cem e és um genocida
Mata mil e és um tirano
Mas mata milhões e és um conquistador

Vi num filme... era uma cena do genero :P


O Filme que visionastes e referes, era prá aí uma cena do Rambo.. ou "coisa" parecida. :wink: ,


Epá... lembro-me que era com o Silverster Stalone (se é assim que se escreve) mas não era o Rambo, aquilo era na neve e os gajos andavam á procura dumas malas cheias de papel... Não me lembro é do nome...



ora vê lá se não seria este:

"A botched mid-air heist results in suitcases full of cash being searched for by various groups throughout the Rocky Mountains."

Cliffhanger (1993)

http://www.imdb.com/title/tt0106582/

a quote em questão seria esta:

Eric Qualen: "Kill a few people, they call you a murderer. Kill a million and you're a conqueror. "

Stallone? check
Rambo? check
suitcases filled with cash? check


e remato on topic com esta:

"The death of one is a tragedy, but death of a million is just a statistic."



Essa é prá aí de algum general.. da 2ª guerra mundial. Bem sucedido, na sua óptica claro. Statistic.

Ideas are more powerful than guns. We would not let our enemies have guns, why should we let them have ideas?
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Mensagempor SammySam » Sábado Out 10, 2009 0:49

cmrosado Escreveu:Porque pareces gostar de ler e como aí se fala de livros...


a maior parte deixo-os a meio, a um quarto.. ou neste mundo...
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Mensagempor Silver_Razorback » Sábado Out 10, 2009 18:20

SammySam Escreveu:Essa é prá aí de algum general.. da 2ª guerra mundial. Bem sucedido, na sua óptica claro. Statistic.


The death of one is a tragedy, but death of a million is just a statistic.

* Being from Manson's Fight Song of Holy Wood, this is actually a quote from German writer Erich Maria Remarque, also often misattributed to Josef Stalin.

http://en.wikiquote.org/wiki/Marilyn_Manson

(desconheço a veracidade desta informação. sempre pensei ter sido o 'Zé Estalinhos' ) :D
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Mensagempor SammySam » Domingo Out 11, 2009 0:42

Silver_Razorback Escreveu:
SammySam Escreveu:Essa é prá aí de algum general.. da 2ª guerra mundial. Bem sucedido, na sua óptica claro. Statistic.


The death of one is a tragedy, but death of a million is just a statistic.

* Being from Manson's Fight Song of Holy Wood, this is actually a quote from German writer Erich Maria Remarque, also often misattributed to Josef Stalin.

http://en.wikiquote.org/wiki/Marilyn_Manson

(desconheço a veracidade desta informação. sempre pensei ter sido o 'Zé Estalinhos' ) :D


Staline. sim esse democrata, matou mais de 50 milhões dos seus... mas isso aparentemente já é de sangue.. os seus antecessores fizeram o mesmo para se poderem afirmar, como eu dizia deve ser de sangue...

Pena que se façam homenagens a esse tipo de animais em jornais tipo O Avante...
... mas pronto. Staline, o povo lol carne para canhão!

Infelizmente.. nesta ossa democracia continuamos na mesma senda.. carne para canhão... o Povo..

Ainda bem que podemos falar. discordar e não ser enviado para um qlq campo de férias na sibéria... :lol:
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Mensagempor Silver_Razorback » Domingo Out 11, 2009 7:21

SammySam Escreveu:Staline. sim esse democrata, matou mais de 50 milhões dos seus... mas isso aparentemente já é de sangue.. os seus antecessores fizeram o mesmo para se poderem afirmar, como eu dizia deve ser de sangue...

Pena que se façam homenagens a esse tipo de animais em jornais tipo O Avante...
... mas pronto. Staline, o povo lol carne para canhão!

Infelizmente.. nesta ossa democracia continuamos na mesma senda.. carne para canhão... o Povo..

Ainda bem que podemos falar. discordar e não ser enviado para um qlq campo de férias na sibéria... :lol:



Oh se eu matasse 50 milhões queria ver se alguem falava mal de mim... era só respeitinho.

Só continuamos na mer** porque o povo português é mesmo do 'deixa andar'..sabem que estão mal, reclamam, mas fazer seja o que for está quieto. em qualquer outro país vê-se motins, revoltas, guerras civis... o povo está descontente e faz-se ouvir....aqui..aqui cochicha.se à vizinha do lado que estamos mal...mas vamos andando...

ainda não se querem mancar que a política só entende a lei da força..e sem união, isto vai andar assim mais uns bons aninhos. só falta pisarem-nos na rua em pleno dia, porque burocraticamente já nos pisam à muito.

e não nos enviam para um campo de 'férias' na Siberia porque era menos uma quinta de férias que compravam no algarve.


isto realmente já levava era um golpe de estado. a republica já se celebra à 99 ou 100 anos... e os bacanos do movimento monárquico já se começam a mexer. se houvesse armas tipo AK47 à venda nas mercearias isto andava como o Iraque.


ou não.

isto tem que se lhe diga. alguem discorda com a doninha?
http://www.youtube.com/watch?v=Rc03n51Injo
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