Dia de Greve

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Mensagempor CYBERSPACE » Terça Jun 05, 2007 15:34

graças a essa greve tive um dia inteirinho em casa lool :P
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Mensagempor pagc » Terça Jun 05, 2007 15:43

CYBERSPACE Escreveu:graças a essa greve tive um dia inteirinho em casa lool :P


Graças a essa greve estive 2 horas no trânsito quando podia estar a fazer alguma coisa de útil enquanto os sindicalistas brincavam aos meninos pequenos
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Mensagempor Overclocker » Terça Jun 05, 2007 19:35

pagc Escreveu:
CYBERSPACE Escreveu:graças a essa greve tive um dia inteirinho em casa lool :P


Graças a essa greve estive 2 horas no trânsito quando podia estar a fazer alguma coisa de útil enquanto os sindicalistas brincavam aos meninos pequenos



Facil: Tinhas-te levantado 3 horas antes.... :idea:
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Mensagempor alexey78 » Terça Jun 05, 2007 19:40

Sou funcionário público e não fiz greve, aliás NUNCA fiz, por vários motivos estando eles sem ordem de importância, como ficar sem 30 e tal euros, os sindicatos estarem feitos com o governo (não sou sindicalizado), greve a uma 4ª feira?? imaginem se fosse a uma 2ª ou 6ª, achar que devo trabalhar pra contribuir para o país, as coisas normais.
Mas digo uma coisa, vi muita coisa escrita aqui com razão, mas também vi muita estupidez de pessoas (sem ofensa ou ataque a ninguém) que ou nunca trabalharam, ou nunca sofreram na pele os "males" de trabalhar por conta de outrém, claro que existe muita gente a trabalhar em Portugal com condições muito sofríveis, vocês não conhecem o país onde vivem ou quê???

ah e "salários médios de 700 euros"??? pois há, exemplo: os directores ganham 10000 €, mais 7500 para o assessor ou assessores, mais 5000 pro chefe ou chefes de divisão/sector, contando que os 20 ou 30 funcionários ganham 500 ou 600... a média aqui até deve ser engraçada 1800 € cada um contando 2 assessores e 2 chefes... só pra média... e claro isto é só um exemplo...
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Mensagempor pagc » Terça Jun 05, 2007 19:41

Overclocker Escreveu:
pagc Escreveu:
CYBERSPACE Escreveu:graças a essa greve tive um dia inteirinho em casa lool :P


Graças a essa greve estive 2 horas no trânsito quando podia estar a fazer alguma coisa de útil enquanto os sindicalistas brincavam aos meninos pequenos



Facil: Tinhas-te levantado 3 horas antes.... :idea:


Difícil, porque os infantários só aceitam crianças a partir da 8H00
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Mensagempor XMAN » Quarta Jun 06, 2007 9:30

alexey78 Escreveu:Sou funcionário público e não fiz greve, aliás NUNCA fiz, por vários motivos estando eles sem ordem de importância, como ficar sem 30 e tal euros, os sindicatos estarem feitos com o governo (não sou sindicalizado), greve a uma 4ª feira?? imaginem se fosse a uma 2ª ou 6ª, achar que devo trabalhar pra contribuir para o país, as coisas normais.
Mas digo uma coisa, vi muita coisa escrita aqui com razão, mas também vi muita estupidez de pessoas (sem ofensa ou ataque a ninguém) que ou nunca trabalharam, ou nunca sofreram na pele os "males" de trabalhar por conta de outrém, claro que existe muita gente a trabalhar em Portugal com condições muito sofríveis, vocês não conhecem o país onde vivem ou quê???

ah e "salários médios de 700 euros"??? pois há, exemplo: os directores ganham 10000 €, mais 7500 para o assessor ou assessores, mais 5000 pro chefe ou chefes de divisão/sector, contando que os 20 ou 30 funcionários ganham 500 ou 600... a média aqui até deve ser engraçada 1800 € cada um contando 2 assessores e 2 chefes... só pra média... e claro isto é só um exemplo...


Isso é um tipico exemplo da função publica, com excesso de hierarquias, mal organizada, pouco eficiente, e que tanto pesa negativamente nas contas do País, já para não falar da tipica mentalidade predominante na função publica, cumprir horario > produtividade, no entanto são sempre os 1ºs a fazerem greve (como se verificou nesta ultima pseudo greve geral), continuam agarrados ao passado, em que ser funcionario publico era um status, claro q tou a falar de uma forma generalizada, existem pessoas muito competentes e profissionais na FP, mas são uma pequena minoria.
As pessoas tem que ganhar perspectiva ampla sobre os assuntos, acham que nos outros Paises não há gente que recebe pouco? que não há miséria?, que não há licenciados sem saida profissional (vão aos paises nordicos, e a pessoa que ta a trabalhar na portagem provavelmente é licenciada), porque um curso superior nesses paises é considerado formação normal, não é garantia de nada, o modelo socio-economico adoptado na maioria dos paises industrializados ou em via de industrialização, o chamado capitalismo (globalização da economia de mercado) em assente numa base principal muito simples, a concorrência (logo a competitividade), essa concorrência é que faz com as empresas tenham de estar sempre a inovar, a melhorar, a reinventarem-se para serem mais competetivas, as empresas para conseguirem isto, necessitam que os seus recursos humanos (aka trabalhadores) tenham uma mentalidade de pro-actividade, de produtividade, profissionalismo, trabalhadores com estas caracteristicas, conseguem atingir remunerações interessantes.
Claro que em Portugal temos um grave problema, como se sabe temos e tivemos uma parte (demasiado grande) da população activa a trabalhar para a função publica ou para empresas estatais monopolistas, em que a falta de concorrência, não obrigou as pessoas a ganharem este tipo de mentalidade, e mentalidades levam muito tempo a mudar.
A lei laboral portuguesa está completamente envelhecida e desadequada à realidade actual, mais um grande entrave à competitividade das empresas portuguesas, já para não falar a quantidade de investimento estrangeiro (empresas que equacionaram estabelecer-se em Portugal), mas que devido à lei laboral e extrema burocracia, decidiram por outros paises.
Quando se tenta mexer na lei laboral ---> GREVES
Outra coisa que observo com perplexidade em Portugal, é que as pessoas queixam-se muito que isto está mau, que tem que fazer sacrificios brutais mas no entanto:

somos dos paises com mais restaurantes por capita, e sempre cheios ao fim de semana (não se vê este fenomeno na grande maioria dos países da europa, excepto espanha)

toda a gente tem telemovel (das maiores taxas de penetração no mercado do mundo) e usam por tudo e por nada

maioria dos portugueses sobrevalorizam o carro (acham q é status), e compram um carro acima daquilo que era adequado

a noite, que está com preços exorbitantes, está sempre cheia

temos das maiores taxas de habitação própria da europa (mesmo com o preço das casas super especulado)

todos os anos batem-se recordes de viagens ao estrangeiro (em férias)

grandes eventos como festivais, concertos, que hoje em dia até acontecem com grande regularidade, esgotam quase sempre

a questão que fica no ar é: a situação está assim tão má, e as pessoas não abdicam do q foi acima descrito, ou a situação não está assim tão má?
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Mensagempor pagc » Quarta Jun 06, 2007 9:55

XMAN Escreveu:a questão que fica no ar é: a situação está assim tão má, e as pessoas não abdicam do q foi acima descrito, ou a situação não está assim tão má?


Já reparaste na taxa de endividamento e no seu crescimentos nos últimos anos das famílias portuguesas? Para permitir continuarem a endividarem-se estica-se os prazos de pagamento até ao absurdo (pagamentos de casa a 50 anos).
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Mensagempor Azarael » Quarta Jun 06, 2007 12:04

pagc Escreveu:
XMAN Escreveu:a questão que fica no ar é: a situação está assim tão má, e as pessoas não abdicam do q foi acima descrito, ou a situação não está assim tão má?


Já reparaste na taxa de endividamento e no seu crescimentos nos últimos anos das famílias portuguesas? Para permitir continuarem a endividarem-se estica-se os prazos de pagamento até ao absurdo (pagamentos de casa a 50 anos).
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Pá, cá o banco substituiu o velho senhorio.
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Mensagempor alexey78 » Quarta Jun 06, 2007 12:15

Azarael Escreveu:
pagc Escreveu:
XMAN Escreveu:a questão que fica no ar é: a situação está assim tão má, e as pessoas não abdicam do q foi acima descrito, ou a situação não está assim tão má?


Já reparaste na taxa de endividamento e no seu crescimentos nos últimos anos das famílias portuguesas? Para permitir continuarem a endividarem-se estica-se os prazos de pagamento até ao absurdo (pagamentos de casa a 50 anos).
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Pá, cá o banco substituiu o velho senhorio.


Exactamente, para resolver um "problema" cria-se "outro", neste caso tem-se sempre senhorio, por isso quanto a ter casa própria é melhor tê-la passados 50 anos que não ter, o problema não é por aí.

Este tipo de greves, que nem sequer foi subscrita por todos os sindicatos, é de prever que não leva a nada, porque eles próprios têm má gestão, em vez de pedirem 5 e 6 % de aumento, porque não pedem por exemplo um aumento maior mas com mais horas de trabalho?? eu saio às 17.30 mas não me importava de sair às 19, devidamente e justamente remunerado, já que é necessário produzir mais.

Outro grande problema é o excesso de funcionários que existem, a nível de câmaras então, e já trabalhei em três, vocês nem imaginam, aliás se Portugal soubesse como são geridas algumas (maior parte) das autarquias... para mim são um "cancro" no nosso país, desde telemóveis, chamadas particulares, material de escritório, etc, etc, etc é um desgoverno...
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Mensagempor Overclocker » Quarta Jun 06, 2007 12:29

pagc Escreveu:
Overclocker Escreveu:
pagc Escreveu:
CYBERSPACE Escreveu:graças a essa greve tive um dia inteirinho em casa lool :P


Graças a essa greve estive 2 horas no trânsito quando podia estar a fazer alguma coisa de útil enquanto os sindicalistas brincavam aos meninos pequenos



Facil: Tinhas-te levantado 3 horas antes.... :idea:


Difícil, porque os infantários só aceitam crianças a partir da 8H00



:wink: As minhas desculpas, então.


Continuo achar, incrivel, como muitas pessoas, que pelos vistos, nada fazem "do que trabalhar muito" ( como se os outros não o fizessem ), façam criticas, e não sejam então os primeiros, a fazer algo para mudar isto...

A "isto" refiro-me o estado lastimo, em que nos encotramos TODOS.

Por exemplo, a OTA.

O Palhaço do Mário Soares, pelos vistos, ja investiu muito em terrenos, a fim de especular na venda....

Alguém fala disso?

O FP é + fácil de criticar.....

A própia OTA´em si, é necessária?

Milhões e milhões, qd mais uma vez todos nós, cada vez ganhamos menos.....

Aqui ao lado, pelos vistos o salario minimo, vai passar a ser o dobro do aqui praticado.....

Falam, falam, mas qd chega a hora H, preferem criticar o outro, o vizinho, o colega, o raio que o parta...

O principal culpado, diga-se, governo, ninguém diz nada.

Melhor, ouve um que disse, e pelos vistos foi despromovido ( ainda falam mal do Salazar e a PIDE :evil: :twisted: ).

E pronto, assim continuamos nós, na melhor tradição portuguesa.......

Venham la...... :arrow:
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Mensagempor Azarael » Quarta Jun 06, 2007 13:28

Outro grande problema é o excesso de funcionários que existem, a nível de câmaras então, e já trabalhei em três, vocês nem imaginam, aliás se Portugal soubesse como são geridas algumas (maior parte) das autarquias... para mim são um "cancro" no nosso país, desde telemóveis, chamadas particulares, material de escritório, etc, etc, etc é um desgoverno...


Dúvido que na administração central as coisas sejam muito diferentes. Agora nas autarquias é mais fácil de bater no ceguinho, pelo menos por parte do governo. Até fica bem.

O problema é que em muitos sitios as autarquias são os principais empregadores, não há muito por onde escolher. São as autarquias que em muitos lados absorvem uma boa parte dos trabalhadores (quase sem escolariedade), as que sustentam a "classe média".
É um velho problema, a falta de capacidade de Portugal de gerar emprego (fora do estado). E depois com a cultura de empregar cada vez mais gente no estado por várias razões, é o que se vê.
E isto também acontece um pouco com a administração central, é só ver o contraste entre a relativa prospriedade da zona de Lisboa (onde a burocracia do governo central se concentra) e as dificuldades económicas do norte do país.
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Mensagempor XMAN » Quarta Jun 06, 2007 14:36

pagc Escreveu:
XMAN Escreveu:a questão que fica no ar é: a situação está assim tão má, e as pessoas não abdicam do q foi acima descrito, ou a situação não está assim tão má?


Já reparaste na taxa de endividamento e no seu crescimentos nos últimos anos das famílias portuguesas? Para permitir continuarem a endividarem-se estica-se os prazos de pagamento até ao absurdo (pagamentos de casa a 50 anos).
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é uma consequencia normal da alteração que aconteceu na maneira de viver dos Portugueses, que se viraram para o consumismo, muitos preferem endividar-se do que abdicar de certas coisas, como algumas das que disse no meu post anterior.
o recurso ao credito faz parte da economia actual, ou pensas que nos EUA, as familias e empresas não se endividam? claro que sim, a diferença é que tem uma mentalidade matura em relação a isso, porque o praticam ha muito tempo, e tem noção até onde podem ir no endividamento, o Português ainda não aprendeu a lidar com o recurso ao crédito.

A própia OTA´em si, é necessária?

Milhões e milhões, qd mais uma vez todos nós, cada vez ganhamos menos.....



A OTA não é necessária, o que é necessário é um novo aeroporto, porque o actual estará no limite das suas capacidades em 5 anos, e estrategicamente não se pode perder competitividade (mais ainda) em areas tão importantes como o turismo, logistica, investimento estrangeiro etc.
Já para não falar que um aeroporto no meio da cidade, representa um perigo constante de catastrofe em caso de uma queda dum avião.
Agora, depois de ter visto o ultimo pros e contras na RTP1, ainda fiquei mais convencido que a OTA não é a melhor alternativa.
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Mensagempor pagc » Quarta Jun 06, 2007 15:28

Azarael Escreveu:É um velho problema, a falta de capacidade de Portugal de gerar emprego (fora do estado). E depois com a cultura de empregar cada vez mais gente no estado por várias razões, é o que se vê.
E isto também acontece um pouco com a administração central, é só ver o contraste entre a relativa prospriedade da zona de Lisboa (onde a burocracia do governo central se concentra) e as dificuldades económicas do norte do país.

O problema foi ter-se permitido que o Estado cria-á-se empregos artificiais durante tanto tempo por motivos politicos (o que vale sempre uns votos). Caso isso não tivesse sido feito isso teria criado algum desemprego, mas obrigaria as pessoas procurarem outras soluções e não a escolherem a solução mais fácil. Os Espanhóis deixaram a taxa de desemprego ir ao 20% e agora recebem milhares de portugueses.

XMAN Escreveu:o recurso ao credito faz parte da economia actual, ou pensas que nos EUA, as famílias e empresas não se endividam? claro que sim, a diferença é que tem uma mentalidade matura em relação a isso, porque o praticam ha muito tempo, e tem noção até onde podem ir no endividamento, o Português ainda não aprendeu a lidar com o recurso ao crédito.

Tinhas levantado a questão de saber se a situação está ou não má. Em minha opinião está, mas a ser disfarçada com o recurso ao crédito. Obviamente que em todo o lado as pessoas se endividam, mas nesses países existem bases de dados de endividamento e a partir de uma certa taxa, ninguém te empresta mais. Cá em Portugal isso foi proibido pela Protecção de Dados.
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Mensagempor Overclocker » Quarta Jun 06, 2007 17:04

Quanto a essa matéria, a maior parte da culpa é mesmo do Portuguesinho:

Contrair empréstimos, com situação precária de emprego.

Telemóveis de € 400.00 ( ou trocas sempre que sai um novo modelo ).

Carrinho novo, ( ao lado de uma cabana ).


Etc,etc,etc....junta-se a isto a enorme facilidade de empréstimos da parte dos bancos.....

É o TUGA tipico.

Vejamos:

Até ganho mais que muitos deles, e ando com o carro do meu velhote.

O telemóvel com 7 anos.

E empréstimo da casa ao Banco.

E sei que mais do que isto não dá!

Simples.

Quantos pensarão o mesmo?
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Mensagempor Azarael » Quarta Jun 06, 2007 21:21

Não é um problema só de Portugueses...

O problema foi ter-se permitido que o Estado cria-á-se empregos artificiais durante tanto tempo por motivos politicos (o que vale sempre uns votos). Caso isso não tivesse sido feito isso teria criado algum desemprego, mas obrigaria as pessoas procurarem outras soluções e não a escolherem a solução mais fácil. Os Espanhóis deixaram a taxa de desemprego ir ao 20% e agora recebem milhares de portugueses.


Sim, é também uma questão de votos, mas não só. É também o modelo que se quis tentar introduzir por cá. Contudo já é uma tendência antiga, o próprio "funcionamento" da função pública não é novo, já vêm desde a viragem do séc. XIX para o XX. Até o próprio exagero de funcionários públicos já aconteceu com a primeira república.
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