Mensagem Ano Novo - PR Cavaco

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Mensagempor forunista » Sexta Jan 15, 2010 15:46

Azarael Escreveu:
forunista Escreveu:
Azarael Escreveu:Sabes que o Estado injectou montanhas de dinheiro em empresas tecnicamente falidas ?


Empresas do aparelho produtivo nacional ? Quais injectou e quais criou ?!!!!


É só procurares as notícias*, mas o governo injectou dinheiro em empresas supostamente do "sector produtivo" como queres chamar, tecnicamente na falência. Mas se só te interessa o "público" tens exemplos como a TAP e a CP.

*já não me lembro aonde li isto, :?


A TAP e a CP não é sector produtivo, produzem aviões e comboios respectivamente ?
Até agora só temos visto destruição do sector produtivo. Cada vez produzimos menos e por consequência exportamos menos.
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Mensagempor Azarael » Sexta Jan 15, 2010 16:38

Estava a falar de simplesmente por dinheiro em empresas na falência técnica na segunda parte, como demonstração de investimentos por parte do Estado...
Logo à noite tento encontrar a notícia.
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Mensagempor Serial_killer » Domingo Jan 17, 2010 14:43

forunista Escreveu:
Azarael Escreveu:
forunista Escreveu:
Azarael Escreveu:Sabes que o Estado injectou montanhas de dinheiro em empresas tecnicamente falidas ?


Empresas do aparelho produtivo nacional ? Quais injectou e quais criou ?!!!!


É só procurares as notícias*, mas o governo injectou dinheiro em empresas supostamente do "sector produtivo" como queres chamar, tecnicamente na falência. Mas se só te interessa o "público" tens exemplos como a TAP e a CP.

*já não me lembro aonde li isto, :?


A TAP e a CP não é sector produtivo, produzem aviões e comboios respectivamente ?
Até agora só temos visto destruição do sector produtivo. Cada vez produzimos menos e por consequência exportamos menos.


Sim isso realmente foi investir em empresas falidas mas cujos empregados etc têm regalias à parva! E que vivem às costas do estado.

O sector produtivo chupa, a quimonda foi com os porcos, entre outras tantas...
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Mensagempor Azarael » Domingo Jan 17, 2010 18:53

Pois devia ter me lembrado logo do exemplo concreto da Quimonda... :?
Mas como a Quimonda há mais.
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Mensagempor forunista » Segunda Jan 18, 2010 12:20

Azarael Escreveu:Pois devia ter me lembrado logo do exemplo concreto da Quimonda... :?
Mas como a Quimonda há mais.


A Quimonda não é portuguesa !
Não te recordas de nenhuma empresa do aparelho produtivo nacional, ajudada pelo governo, pois não ? Mas deverias saber que áreas inteiras foram dizimadas ou estão no mínimo de sempre.
Não descansaram enquanto não rebentaram com a Siderurgia nacional, o Vale do Ave, rico em empresas texteis, faliram às dezenas, é uma região com 20% de desemprego. Agricultura e pescas nunca viveram dias piores com os dinheiros da UE a não serem sequer aproveitados !
O que é que produzimos ? Rolhas de cortiça ?

A economia não anda sem aparelho produtivo nacional ! Querem produzir como, com o quê ?
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Mensagempor Azarael » Segunda Jan 18, 2010 14:16

És algo nacionalista para um comunista. :P

Pá, para a balança nacional importação/exportação, pouco interessa que a companhia seja nacional ou estrangeira, e os trabalhadores da Quimonda acho que também não estavam muito preocupados com isso.
Repara que à empresa devia-se uma parte não desprezável das exportações portuguesas... E o governo de facto "investiu" com resultados desanimadoras. Que é aonde quero chegar, não é mesmo uma questão de atirar dinheiro a um problema.

Depois, a maioria das empresas texteis em Portugal dependiam da mão de obra barata, se esta fica relativamente cara* as empresas vão para outro lado.
Que sugeres que o Estado deveria ter feito ? Nacionalizado ? Mais empresas a chuparem dinheiro do "sector produtivo" como gostas de chamar ?



*por favor, não entres em retórica, vê os números...
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Mensagempor forunista » Segunda Jan 18, 2010 16:11

Azarael, não deste um exemplo de uma empresa portuguesa que fosse criada ou onde houvesse investimento !

O problemas das "Qimondas" é que o governo milhões sem contrapartidas e depois é vê-las deslocarem-se e os trabalhadores são arrastados para o desemprego sem que o governo faça alguma coisa. Sim, o governo não fez nada, porque considera mais importante pagar centenas de milhões de euros para nacionalizar um banco falido(BPN) do que gastar dezenas de milhões a salvar empresas importantissimas para o desenvolvimento do país.

Azarael Escreveu:Depois, a maioria das empresas texteis em Portugal dependiam da mão de obra barata, se esta fica relativamente cara* as empresas vão para outro lado.
Que sugeres que o Estado deveria ter feito ? Nacionalizado ? Mais empresas a chuparem dinheiro do "sector produtivo" como gostas de chamar ?


Primeiro, algumas dessas empresas são nacionais e o governo abandonou-as.
Segundo, queres defender a mão de obra barata como o ex. Ministro para aliciar as empresas chinesas ?
Sim, nacionalizar e não é para vender quando começa a dar lucro !
Capitalismo = privatização;
Socialismo = nacionalizar.

Só uma última pergunta, achas que o governo não deve fazer nada ao ver/fazer o desmantelamento do aparelho produtivo ?
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Mensagempor Azarael » Segunda Jan 18, 2010 18:07

forunista, se quiseres esperar, quando tiver tempo encontro as notícias. Mas se quiseres um exemplo de cabeça tens por exemplo a empresa que faz (monta) os Magalhães. Agora, repito o Estado canalizou dinheiro para empresas na falência no sector produtivo no ano passado.

Não o problema da Qimonda, mesmo, foi um. Só tinham um cliente, a Qimonda alemã, esta faliu, deixaram de ter a quem vender.


Lá voltas com a retórica, não estou a defender nada, estou te a dizer o que até vem (ou vinha) nos livros de geografia do 8.º ano. A industria textil na sua maioria depende de mão-de-obra barata, e não de mão-de-obra bem paga e especializada. É assim, por isso, se a mão-de-obra barata for ficando cada vez mais cara a industria procura outras paragens.
O país não conseguiu adaptar-se*, e pronto, temos esta situação.


Por favor não leves a sério o Pinho. :lol: Depois de ele ter feito isso, só faltou ir ao polo norte e tentar ver se os esquimós queriam comprar gelo a Portugal. :lol:

O governo deve fazer alguma coisa, agora tendo em conta os pessimos resultados que tem, é melhor ficar se pela estratégia geral e pronto. É que pensa comigo, o Estado não faz lá grande serviço em gerir as empresas públicas que já tem, e queres me convencer que ele deve criar ainda mais empresas públicas ?


*Na realidade até houve empresas que conseguiram, diferenciando-se, mas se tu deixas-te estar a concorrer apenas por preço, isso limita um pouco aquilo que se pode fazer...
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Mensagempor forunista » Segunda Jan 18, 2010 21:37

Azarael Escreveu:Mas se quiseres um exemplo de cabeça tens por exemplo a empresa que faz (monta) os Magalhães.


A J.P.Sá Couto monta computadores que já existiam há anos(Classmate), de original não tem nada. Fico à espera das noticias...

Azarael Escreveu:Não o problema da Qimonda, mesmo, foi um. Só tinham um cliente, a Qimonda alemã, esta faliu, deixaram de ter a quem vender.


A Qimonda exerce ou exercia actividade em vários países, o governo financiou a empresa em 500 milhões de euros e agora ficaram de mãos a abanar.

Azarael Escreveu:A industria textil na sua maioria depende de mão-de-obra barata, e não de mão-de-obra bem paga e especializada. É assim, por isso, se a mão-de-obra barata for ficando cada vez mais cara a industria procura outras paragens.
O país não conseguiu adaptar-se*, e pronto, temos esta situação.


Ora ai está uma grande diferença entre o teu ideal de funcionamento de uma empresa do aparelho produtivo e o meu. A industria textil procura outras paragens quando as empresas são privadas, deslocalização. As empresas, para além do lucro, têm de ter uma responsabilidade social e é isso que as empresas portuguesas, na sua maioria, não têm. É a lei do lucro fácil e rápido.

Azarael Escreveu:É que pensa comigo, o Estado não faz lá grande serviço em gerir as empresas públicas que já tem, e queres me convencer que ele deve criar ainda mais empresas públicas ?


Portugal é exemplar em favorecimentos de politicos em altos cargos administrativos. Quanto pior administrador fores, mais te querem! O último caso que me lembro foi a da Ministra da educação, já lhe arranjaram um tacho como presidente da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento. O que interessa é fazer alguma coisa para encher os bolsos.
Portanto, o problema não é de ser publico ou privado, o problema é de quem lá metem a geri-las porque em ambos os casos, são pessoas que lá estão e não máquinas.
E não se vê tanto oportunismo como no nosso país.
O que se defende é o tipo de gestão(publico), não são as pessoas que a constituem.
Desejoso está este governo de se livrar da responsabilidade social das empresas publicas.

P.S. Fico então a aguardar a noticias que referias.
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Mensagempor Azarael » Segunda Jan 18, 2010 23:27

A J.P.Sá Couto monta computadores que já existiam há anos(Classmate), de original não tem nada.


E ? É investimento do Estado no "sector produtivo".

A Qimonda exerce ou exercia actividade em vários países, o governo financiou a empresa em 500 milhões de euros e agora ficaram de mãos a abanar.


A Qimonda Portugal só tinha um cliente, a Qimonda na Alemanha. Ou seja, tudo o que fabricavam só tinha um comprador. Se o comprador deixa de existir, como é que é ?

Ora ai está uma grande diferença entre o teu ideal de funcionamento de uma empresa do aparelho produtivo e o meu.


Pois, aí está. Eu não falo em ideais eu falo em como as coisas são*. Também acredito em ideais, agora tento ver a sua exequibilidade, porque não vivemos no "reino dos céus"...

Com esses dois últimos paragrafos, tudo palavras tuas, não ves uma ligeira contradição naquilo que defendes ?
Uma empresa pública de calçado, por exemplo, como é que iria ter sucesso ?
O "lucro fácil e rápido" parece estar nas empresas, fundações, institutos, etc. públicos.
Depois, em sistemas socialistas é normal, são nomeações por critérios políticos que imperam. Tu sabes isso. E também deves saber de onde o termo "aparatchik" vem.
Pondo de outra maneira, um sistema deve estar feito de modo a atrair os "melhores", se o sistema atraí os "medíocres" o que é que isso diz do sistema ?


*O que eu falei atrás não tem nada a ver com ideais, estás a vender num mercado em que o pessoal tem escolha, se o preço for factor decisivo, estás mesmo limitado.
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Mensagempor forunista » Terça Jan 19, 2010 10:38

Azarael Escreveu:
A J.P.Sá Couto monta computadores que já existiam há anos(Classmate), de original não tem nada.


E ? É investimento do Estado no "sector produtivo".


Não, é investimento do estado nos bolsos do patrão e agora ri-se dos 500 milhões de euros que o estado injectou ! Não estou para alimentar meia duzia de magnatas para depois irem embora. Se é para investir, investe-se em empresas publicas, nossas !

Azarael Escreveu:Pois, aí está. Eu não falo em ideais eu falo em como as coisas são*.


O que as "coisas são" para ti, são vistas de maneira diferente por outras pessoas.

Azarael Escreveu:Uma empresa pública de calçado, por exemplo, como é que iria ter sucesso ?
O "lucro fácil e rápido" parece estar nas empresas, fundações, institutos, etc. públicos.


A questão é que tu vês publico = insucesso, má gestão, compadrios e eu dou-te razão em parte porque estás em Portugal, o campeão das trafulhices.

Azarael Escreveu:Pondo de outra maneira, um sistema deve estar feito de modo a atrair os "melhores", se o sistema atraí os "medíocres" o que é que isso diz do sistema ?


Eu gostava de ver-te dizer se, por exemplo na Venezuela, com as nacionalizações estão a impulsionar a economia ou não ! Vê lá se eles são "mediocres" e não me venhas dizer que é do petroleo, porque essa matéria prima já lá existia antes do Chavez !
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Mensagempor Azarael » Terça Jan 19, 2010 13:50

Não, é investimento do estado nos bolsos do patrão e agora ri-se dos 500 milhões de euros que o estado injectou ! Não estou para alimentar meia duzia de magnatas para depois irem embora. Se é para investir, investe-se em empresas publicas, nossas !


Até parece que em empresas públicas, que são "nossas" não acontece o que dizes...

O que as "coisas são" para ti, são vistas de maneira diferente por outras pessoas.


forunista, a agarrares te sempre à retórica não dá.
Não é uma questão de ver de maneira diferente, não tem a ver com ideais nem nada parecido.
Se tens uma industria que vive de mão-de-obra barata, estás condicionado. Como é que queres experimentar fazer o contrário e não ser esmagado pelas outras empresas em termos de preço ? Explica-me isso.

A questão é que tu vês publico = insucesso, má gestão, compadrios e eu dou-te razão em parte porque estás em Portugal, o campeão das trafulhices.


Não estamos a falar de Portugal ?
Mas olha apesar de nós termos certas características que ainda mais invalidam qualquer sector público muito grande, na minha opinião, como até concordas comigo, em outros países que até tentaram coisas como sugeres também tiveram graves problemas. É ver até a Inglaterra nos anos 60/70.
Mas até nem entremos por aí (outros países), sabes que ia falhar em Portugal e no entanto é a solução que defendes ?


Eu gostava de ver-te dizer se, por exemplo na Venezuela, com as nacionalizações estão a impulsionar a economia ou não ! Vê lá se eles são "mediocres" e não me venhas dizer que é do petroleo, porque essa matéria prima já lá existia antes do Chavez !


forunista, a sério não te agarres a um barco que se está a afundar. Lê mesmo sobre o assunto com olhos de ver.
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Mensagempor forunista » Terça Jan 19, 2010 14:30

Azarael Escreveu:
Não, é investimento do estado nos bolsos do patrão e agora ri-se dos 500 milhões de euros que o estado injectou ! Não estou para alimentar meia duzia de magnatas para depois irem embora. Se é para investir, investe-se em empresas publicas, nossas !


Até parece que em empresas públicas, que são "nossas" não acontece o que dizes...


Se a empresa dá lucro, quero que o lucro seja aplicado em beneficio da empresa e do país e não em beneficio de meia duzia de magnatas. Em Portugal a assimetria entre ricos e pobres é a maior da Europa e uma das mais elevadas do mundo ! Não podes negar essa situação e nem uma única vez levantas a voz contra esta situação, antes pelo contrário.

Azarael Escreveu:Não é uma questão de ver de maneira diferente, não tem a ver com ideais nem nada parecido.
Se tens uma industria que vive de mão-de-obra barata, estás condicionado. Como é que queres experimentar fazer o contrário e não ser esmagado pelas outras empresas em termos de preço ? Explica-me isso.


Tem tudo a ver com ideais, ou agora inventaste um novo conceito ?
A questão é do mercado livre, não o querem ? Aguentem-se !
Um sector como o textil, com empresas publicas a vender 1 metro de tecido a 1 euro, nunca deveria permitir a entrada de determinados produtos vindos da China por 50 ou 60 centimos.
O Capitalismo é que cria as assimetrias, quem o defende é que tem de arranjar soluções !

Azarael Escreveu:forunista, a sério não te agarres a um barco que se está a afundar. Lê mesmo sobre o assunto com olhos de ver.

Quase que me sinto tentado a perguntar se és futurista porque a Venezuela está numa situação como nunca esteve, progresso.
A Venezuela não segue os teus padrões de desenvolvimento e ainda bem porque senão continuava como estava, empresas multinacionais a chuparem 90% dos lucros e o povo na miséria.
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Mensagempor cyberj » Terça Jan 19, 2010 15:30

Será que alguem se está a esquecer da fabrica de baterias da Renault para veículos electricos que o JC consegui trazer para portugal?

Será que alguem está a esquercer-se do maior Laboratorio de NANO-TECNOLOGIA da Europa que foi contruido em Braga? (Não digam que não é sector produtivo porque é).

Será que alguem se lembrou de uma das maiores fabricas de painéis-solares da Europa de capital portugues?

Estes são só alguns exemplos...

Inflizmente ainda é muito pouco... no entanto, parte do nosso defice exportador começou logo após o 25 de abril...
"Algo só é impossível, até que alguém duvide, e resolva provar o contrario...." Albert Einstein
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Mensagempor forunista » Terça Jan 19, 2010 16:00

cyberj Escreveu:Será que alguem se está a esquecer da fabrica de baterias da Renault para veículos electricos que o JC consegui trazer para portugal?

Será que alguem está a esquercer-se do maior Laboratorio de NANO-TECNOLOGIA da Europa que foi contruido em Braga? (Não digam que não é sector produtivo porque é).

Será que alguem se lembrou de uma das maiores fabricas de painéis-solares da Europa de capital portugues?

Estes são só alguns exemplos...


Baterias para carros electricos, paineis solares...queres ir ver as centenas de empresas que fecharam, que davam emprego a milhares de trabalhadores ? Estão a bater numa tecla (aparelho produtivo) que é um dos tendões de Aquiles desta politica que sucessivos governos têm tomado, destruir o aparelho produtivo nacional, e dizem que não está a acontecer ? Isso é não querer reconhecer os dados oficiais, contra isso, batatas.

cyberj Escreveu:Inflizmente ainda é muito pouco... no entanto, parte do nosso defice exportador começou logo após o 25 de abril...


Agora é que acertaste,
Maldito 25 de Abril, Fascismo é que era bom, certo ?
Provavelmente gostarias que tudo continuasse como estava, principais grupos ecomómicos nas mãos de meia dizia de magnatas em vez de terem sido nacionalizados e todas as pessoas terem acesso !
Concerteza deverei estar a a ser retórico... ;)
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