Realmente foi uma ideia que se perdeu no meio das outras.
Passo a explicar: Se as classes baixas e média-baixas (a grande maioria) tiverem o produto X (não quer dizer que o comprem, "arranjam-no"...), então a maioria dass pessoas tem o produto X, o que faz com que este seja o mais utilizado. Quando uma empresa quer adoptar uma solução para a qual o produto X é adequado, vão escolhe-lo a ele e não aos produtos da concorrência pois o mesmo é mais utilizado logo estão a uzar o produto compativel com o produto que a grande maioria das pessoas uzam. Os lucros revertem a favor da empresa que desenvolver o programa X.
Quando sair uma nova versão o normal seria haver uma actualização por parte das empresas, e se isto acontecer vai haver uma rapide dissipação do programa, que leva a que as classes menos favorecidas escolham mais uma vez este programa, que por sua vez leva a mais empresas apostarem na solução da empresa produtora do programa X, etc...etc...etc... É um circulo vicioso.
O melhor exemplo disso é o Windows e o Office. Embora muitos defendam que o Linux ou o Unix seja um SO mais fiavel que o Windows, este ultimo continua a ser o mais usado, mesmo sendo o Linux (e penso que também o Unix) distribuído livremente, isto é, grátis. SE quisermos estar "em contacto" (num sentido figurativo) com o mundo temos quase obrigatoriamente que ter um Windows ou um Office.
É mais ou menos esta a ideia

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