Isso é completamente normal, pois os fabricantes apresentam o tamanhos do discos nos sistema internacional (SI).
Mas o hardware não funciona dessa forma.
Se reparares bem, o 1KiloWatt (KW) corresponde a 1000Watts, 1MW equivale a 1000000Watts.
Logo assim sendo, 1MegaByte (MB) deveria corresponder a 1000000Bytes certo?
Errado, pois em informática o SI é deixado de lado.
Basicamente, 1MegaByte não 1000000Bytes, mas sim 1048576Bytes (1024*1024).
Dou-te o exemplo do meu Western Digital Elements 640GB.
Tem uma capacidade de 640.132.382.720
Bytes:
640.132.382.720 / 1024 = 625129280
KiloBytes
625129280 / 1024 = 610477,8125
MegaBytes
610477,8125 / 1024 = 596,1697
GigaBytes
Só um aparte, da próxima vez que quiseres mudar o sistema de ficheiros de FAT para NTFS, podes usar o seguinte comando:
convert *letra da unidade*: /fs:ntfs
Que no teu caso seria:
convert F: /FS:NTFS
OldNiquel Escreveu:Não conheco esses discos.. no entanto esses 50GB que deixas de ver devem-se provavelmente em grande parte ao facto de usares o NTFS.
Já agora, essas opiniões de que falas dizem que ter um disco externo em NTFS é melhor porquê?
Com o NTFS ficas a ganhar, porque para além de suportar ficheiros superiores a 4GB, o FAT32 usa clusters de 32KB contra os de 512Bytes do NTFS.
Ora partindo do principio que só podes ter 1 ficheiro por cluster (ou parte dele quando é superior a 32KB), tanto te vale teres um ficheiro de 32KB a ocupar um cluester "inteiro" como teres um ficheiro de 1KB, pois ao teres esse ficheiro de 1KB gravado, vais perder os outros 31KB que poderias ocupar nesse cluster, pois não podes gravar mais nada nele.
Isto para não falar nas questões da segurança, quotas, etc.
Mais qualquer coisa:
http://www.google.pt/search?q=ntfs+vs+f ... =firefox-a
Não custa nada procurar antes de perguntar!
