topinhas Escreveu:30 portáteis desses por mês é bastante, mas eu não conheço bem o negócio e não sei qual a possibilidade de isso ocorrer com máquinas deste preço. O que sei é que hoje atravessamos uma crise, menor ou maior consoante as pessoas, o que se deve reflectir nos negócios.
Uma vez que a compra do meu portátil depende dos meus pais, eu incluo-me no lote dos que querem tratar os negócios "cara a cara". Eu adorei esse portátil e talvez o comprasse em vez do In-systems se tivesse uma loja a vendê-lo em Lisboa. E como eu, há muitos assim. Se vivesse no Porto, então não se punha o problema, pois a sua loja vende ao Público, não é?
A garantia on-site é óptima, mas os portáteis têm que ser enviados para o estrangeiro para serem reparados em caso de avarias técnicas mais graves, não é?
De facto, 30 máquinas por mês dá que pensar pois isso, no nosso caso, representa cerca de metade do nosso volume habitual, considerando todas as marcas e modelos e não apenas os modelos CLEVO.
Quanto a compra "cara a cara" versus via net, deixo apenas um comentário : Enquanto a mentalidade reinante em portugal for esta não se podem esperar grandes alterações a nível de preços e de variedade, pois uma empresa que queira ter preços muito competitivos tem de basear o seu modelo de negócio numa plataforma de baixo custo. Querer 22 lojas em portugal (1 por cada distrito) e preços de luxo ... é infelizmente uma utopia.
O mais curioso ( e contraditório) é que imensos utilizadores deste fórum se mostram muito entusiasmados com a idéia de mandar vir do estrangeiro (muitas vezes sem terem forma de saberem se é realmente uma empresa ... ou apenas um artista com um PC e um modem)
Quanto à necessidade de um portátil ter de sair do país em caso de avaria grave, não vejo porque isso deva ser preocupante (até porque não conheço nenhuma marca onde isso não aconteça de uma forma ou de outra).
Importante, importante é quanto tempo pode demorar se isso tiver de acontecer. Ora, se uma das marcas mais vendidas em Portugal chega a demorar 5 meses a efectuar uma reparação (e não é preciso nada de grave para demorar mais de 30 dias), ... então não há mesmo razão para preeocupações
Apesar de ser muito raro, das poucas situações em que uma máquina teve de sair do país nunca o tempo de reparação se aproximou, nem de longe, dos 30 dias ... que na TOSHIBA é o pão nosso de cada dia.