lnogueir Escreveu:Peço desculpa se não fui claro.
"Mas voltando ao tema, as médias não sendo a melhor opção são das que me apresentaram a menos má!"
Com esta frase o que pretendo é dizer que de todas as possíveis opções que conheço a utilização de uma média de ingresso que reflete as notas do secundário + a dos exames nacionais é a menos má! É a mais objectiva e a que permite fugir ao factor CUNHA muito usado em Portugal (embora exista quem contorne isto, mas pelo menos é muito mais difícil). Podemos é discutir se deve valer mais a média do secundário ou a nota dos exames nacionais!
Espero ter sido mais claro!
Não, não era isso... Não percebi foi o porquê... O "O que propões?" não era para ti... não sei se terá sido isso que fez confusão...
Mercy_PT Escreveu:Conheço essa e umas outras quantas....todas "ordenadas"...
Mas estavamos a discutir o processo de ingresso no curso superior e não o funcionamento do mundo pós-curso.....
Se fossemos entrar por ai.....tinhamos conversa até a reforma.
Bem, estava mais a ir para como gostamos muito de olhar para os outros quando temos também falhas igualmente graves ou piores...
Mas desenvolvendo melhor, continua a ser dentro do período de formação de um médico.
E depois a parte da
Ordem, já entra na parte da "especialização"...
forbid Escreveu:Penso que os psicotécnicos mais a média do secundário seria melhor do que o sistema actual.
Pelo menos mais viável do que o sistema de exame nacional.
Porque um aluno no secundário pode-se andar a esforçar os 3 anos no secundário, chegar ao exame nacional e correr mal e estragar completamente a média.
Há uns tempos não fizeste já um post parecido ?
1. Testes psicotécnicos são bastante faliveis, além de não dizerem nada sobre a capacidade de esforço e trabalho.
2. Estás a assumir que todas as escolas têm o mesmo grau de exigência. Claramente não é o caso. O sistema aí é que seria completamente pervertido, já que um aluno que andasse numa escola mais exigente seria automaticamente penalizado em relação a um aluno que andasse numa menos exigente.
3. Se o exame correr mal, têm o recurso. Se esse correr mal, temos pena... mas é uma situação que se repetirá no mundo real...