jim-lamego Escreveu:alr_tech Escreveu:ou seja a maioria do pessoal vive mal... porque tb não fez nada para isso... outros vivem á espera que algum politiquelho lhes dê uma "casita", que acabam destruir... e quem paga tudo...
As pessoas vivem mal pk não fazem nada pra mudar isso?
Bem o alr_tech agora é que eu não te entendi mesmo!!!
Diz isso aos licenciados que andam a trabalhar a recibos verdes ou a receber das camaras municipais tarde e a más horas, que chegam a não ter dinheiro pra comer... e que no final recebem menos que um trolha .
Então agora vamos ver esse exemplo, muito real, por outra prespectiva. Quem paga a esses licenciados (diga-se de passagem que muitos escolhem a licenciatura como quem tira um envelope de uma piscina de envelopes e optam por licenciaturas que não têm saída) seria o estado. Ora o estado não pode pagar + aos trabalhadores porque há salários exuberantes que deviam ser eliminados e porque há uma enorme quantidade de pessoas que parazitam o sistema vivendo de subsídios porque não quiseram fazer nada da vida (os tais alunos que não estudaram).
A solução para esta crise é:
REDUZIR DESPESAS:
- Tributar mais os ordenados superiores a 2500€ no sector privado e a taxa aumentar exponencialmente apartir desse valor (isto iria permitir que não tivessem limites mas que fossem "moderados").
Pública
- Manter os ordenados da função pública que sejam < 1000€, baixar os ordenados < 1500€ e
cortar severamente nos > 1500€. Limitar o ordenado máximo da função pública e criar uma tabela de ordenados bem explicita e equivalente ao praticado numa empresa média privada.
- Definir bem os padrões de progressão na carreira, acabar com a evolução em função do tempo, ser só em função do desempenho das funções e da necessidade do trabalho (não é 4 administradores para 1 trabalhador).
- Limpar a função publica DESPEDINDO (não é reformando) os funcionários com mau aproveitamento e em cargos desnecessários.
- Fechar todas as empresas municipais. As funções passariam a ser desempenhadas por privados que iriam a concurso público para cada função (permitindo competitividade e reduzindo o número de funcionários públicos).
- (também aplicado À medida anterior) As derrapagens nos custos das obras ou outros contratos são suportadas pela empresa que as realiza.
- Todos os contratos assinados são expostos a ornamentistas e fiscais do estado, anónimos e de preferência distantes geograficamente, de modo a analisarem se o valor proposto é fidedigno.
Estrutura pública
- Preferência pelos produtos TOTALMENTE PRODUZIDOS em Portugal (tolerancia de x% do valor para que seja aceitaveis produtos um pouco mais caros do que a concorrência estrangeira) bem como software livre
Desemprego e subsidiários
- Os subsídios deixam de variar com o último ordenado da pessoa, passando ao ordenado dos últimos 5 anos de actividade, eliminando progressões esporádicas.
- O período de duração do subsidio de desemprego diminui e não é revalidável.
- Ao 1º emprego que seja oferecido e o subsidiário recuse, ser-lhe-à retirado o subsidio.
- Tarefas públicas sazonais podem ser desempenhadas por desempregados. Estes passariam a receber o ordenado mínimo mas o período de desemprego continuaria a contar, ou seja, seria quase um part-time enquanto procuram emprego de modo a que compensem o estado pelo valor recebido.
- TODAS AS REFORMAS superiores a 1000€ seriam revistas. Todas as reformas superiores a 1500€ seriam cortadas. Não se admite que ganhem mais de 1500€ para não fazerem nada, se ganharam bem noutros tempos, poupassem. Reformas superiores a 1500€ são tributadas com taxas elevadas para serem reduzidas NUNCA passando dos 1700€ de reforma.
Saúde
- O sector público da saúde seria muito bem reestruturado e muito amplificado. Todas as análises clínicas etc etc seriam realizadas em centros de saúde públicos. Seriam construidos mais hospitais e os actuais reformulados, melhorando as condições e contratando o devido pessoal.
- O sector privado continua a ser autorizado, quem quiser pagar tudo bem, mas acabam todos os subsídios e comparticipações públicas. Quem quiser pagar menos, vai ao público.
Transportes
- Construir mais uma A.E. para o norte: nem pensar.
- TGV só o troço de passageiros e mercadorias para espanha (não é 1 linha para os passageiros e outra para as mercadorias).
- Ampliação dos portos marítimos e desenvolvimento das infraestruturas de transporte e logistica para receber os produtos e enviar para toda a europa.
- Expansão da rede de metro
- Criação de um grande parque de estacionamento gratuito à entrada de Lisboa com acesso ao metro, comboio e autocarros. (aplicável a outras cidades)
- Privatização das empresas de transportes mas com preços regulados pelo estado. Pagamento da exploração de infra-estruturas publicas (de modo a rentabilizar o investimento publico).
- Entre outras
Energia e comunicações
- Privatização e liberalização da rede energética e de comunicações.
- As estruturas de energia renovável são totalmente fabricadas em Portugal por empresas privadas. - Apoiar a produção interna e fazer diminuir a balança energética.
- Continuação da grande aposta nas energias renováveis e encerramento das centrais de carvão etc.
- Estabelecer como objectivo a produção de 100% da energia consumida em portugal através de energias renováveis. Meios de energia não renovável seriam encerrados ou serviriam para exportação.
- Após atingir este objectivo, continuar a investir nas renovaveis para exportação.
- Criação de uma rede nacional de abastecimento eléctrico e de pelo menos uma marca de automóveis que produzisse carros eléctricos fabricados em Portugal (que por serem fabricados em portugal e serem eléctricos iriam ter uma grande bonificação na carga fiscal- Reduzir a importação de carros e petróleo.
Sistema de Ensino
- Reformulação dos subsídios:
O aproveitamento do aluno passa a fazer parte dos critérios de atribuição da bolsa.
Alunos que reprovem ou estejam em vias de reprovar - baixo aproveitamento - ficam de imediato sem subsidio.
Criação de um novo estatuto de ensino em que o estado compromete-se a pagar as despesas do aluno - o material escolar é EMPRESTADO pelo estado e caso não seja devolvido nas devidas condições é pago pelo aluno. O estado suporta todas as despesas do aluno na condição de que este tenha um aproveitamento superior a 13 (o que implica que não reprove a qualquer ano) e de que este cumpra x anos a trabalhar para o Estado (homologo ao sistema russo).
- Investimento na investigação e desenvolvimento em todas as áreas dos cursos superiores. Estabelecimento de protocolos com empresas privadas a fim de vender o produto desenvolvido.
Investimentos
Além de alguns que já falei nos tópicos anteriores:
- Educação - Melhorar as infraestruturas (não implica construir novo, implica melhorar o que já temos e em casos que não compense, construir)
- Investigação - Aposta nas condições para investigação em várias áreas
- Aposta nas pequenas e médias empresas: dar-lhes os apoios necessários e grandes vantagens fiscais desde que a sua rentabilidade seja superior a x%.
- Apoios fiscais para as empresas cuja produção seja x% EXPORTADA
- Aposta na produção agricula, penalização dos proprietários de terrenos abandonados. Permitir e apoiar a criação de sociedades agriculas que explorem vastas quantidades de terreno.
- Apoio na exploração dos recursos existentes (minerais etc)
- Aposta na modernização e na criação de mais empresas de produção em todos os sectores (automóvel, alimentar, vestuário, tecnológico, TUDO, com prioridade para os que têm mais peso na importação actual)
- Reorganização da rede de comércios e serviços, apontando-a para o mercado externo - exportação - e penalizando a importação.
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E podia ficar aqui toda a tarde a debitar as minhas ideias. Agora debatam-nas. Os valores são difíceis de calcular assim mas temos excelentes economistas.
Porque que não as meto em prática? Quem viu as reacções e as consequências do que um antigo ministro das finanças disse no ultimo prós e contras, perceberá porque. Ele e o senhor que estava ao lado dele, só disseram coisas acertadas no entanto foram as pessoas que mais vezes foram SILENCIADAS

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